quinta-feira, maio 05, 2005

sobrenome: [ Provincia [ Fecha
Varela [ A Coruña Leiloio y otros [s. XVIII
Varela [ A Coruña Puentedeume [c.1800-1870
Varela [ Asturias Oviedo [1782 - 1794
Varela [ Lugo Chantada [1870-1930
Varela [ Lugo San Félix de Asma [1778
Varela [ Lugo Taboada [1780
VARELA
Nome de raízes toponímicas, foi adoptado por apelido por uma família da nobreza galega, de que passaram vários membros a Portugal, em épocas diferentes. De acordo com o "Elucidário Madeirense", do Padre Fernando Augusto da Silva e Carlos Azevedo de Meneses (vol. III, Funchal, 1998) procede de Lopo Dias de Lira Varela, filho de Afonso de Aragão, cavaleiro napolitano. Este Lopo Dias serviu em África, foi moço fidalgo da casa real em 1515, e cavaleiro professo da Ordem de Cristo. Armas De prata, cinco bastões soltos de verde, aguçados em ponta, postos em banda e alinhados em contrabanda. Timbre: um leão sainte de prata, com um dos bastões nas garras.

Títulos, Morgados e Senhorios

. Viscondes de Messangil

Cargos e Profissões
.Abades de Prozelo
.Arquitectos
.Cavaleiros da Ordem de Cristo
.Engenheiros
.Familiares do Santo Ofício
.Fidalgos da Casa Real
.Médicos Professores
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SUSURRO
Não me olhou
Não me deu a honra do seu perdão
Não me apontou o caminho Da salvação
Não morou em meu peito
Esqueceu a vontade
Recusou minha ternura
Negou a realidade
Não viu que me feriu
Não percebeu que me cortou
Não notou a morte
Me afastou
Infeliz o momento que fechou os olhos
Flutuou, levou me embora
Cortou minhas asas
Me fez despencar
Não me sentiu
Não me beijou
Não me mostrou a verdade
Não me aceitou
Sussurrou..
Em meu ouvido, bem baixinho: "Não te quero mais"

sexta-feira, abril 29, 2005

Como seremos nós diante das adversidades? Uma filha se queixou a seu pai que sua vida e as coisas estavam muito difíceis. Ela já não sabia mais o que fazer. Estava cansada de lutar e combater. Parecia que, assim que um problema estava resolvido,outro surgia. Seu pai levou-a até a cozinha. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto. Logo as panelas começaram a ferver. Em uma ele colocou cenouras, em outra colocou ovos e, na última, pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra. A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo. Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás. Pescou as cenouras e as colocou em uma tigela. Retirou os ovos e os colocou em outra tigela. Então pegou o café com a concha e o colocou também em tigela. Virando-se para a filha, perguntou: querida, o que você está vendo? Cenouras, ovos e café, ela respondeu. O pai a trouxe para mais perto e pediu a ela que experimentasse as cenouras. Ela obedeceu e notou que estavam macias. Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e, depois de retirar a casca, verificou que o ovo endurecera com a fervura. Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole de café. Ela sorriu ao sentir aquele aroma delicioso. Perguntou, então, humildemente: "O que isto significa, pai?" Ele explicou que cada um daqueles produtos havia enfrentado a mesma adversidade - água fervendo -, mas que cada um reagira de maneira diferente. A cenoura entrara forte, firme e inflexível, mas depois de submetida à água fervendo, amolecera e se tornara frágil. Os ovos eram frágeis. Sua casca fina havia protegido o líquido anterior, mas depois de ter sido colocados na água fervendo, seu interior se tornou mais rijo. O pó de café, contudo, era incomparável. Depois que fora colocado na água fervente, ele havia mudado a água. "Qual deles é você?", perguntou à filha. "Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde? Você é uma cenoura, um ovo ou um pó de café?" E você? Você é uma cenoura, que parece forte, mas com a dor e a adversidade murcha, se torna frágil e perde sua força? Será que você é como o ovo, que começa com um coração maleável? Você tinha um espírito maleável, mas depois de uma morte, uma doença, uma falência, uma separação ou uma demissão se tornou mais difícil e duro? Sua casca parece a mesma, mas você está mais amargo e obstinado, com o coração e o espírito inflexíveis? Ou será que você é como o pó de café? Ele muda a água fervente, a coisa que está trazendo a dor, para conseguir o máximo de seu sabor, a cem graus centígrados. Quanto mais quente estiver a água, mais gostoso se torna o café. Se você é como o pó de café, quando as coisas se tornam piores você se torna melhor e faz com que as coisas em torno de você também se tornem melhores. Como você lida com a adversidade? Você é uma cenoura, um ovo ou pó de café? Você tem o poder de transformar as adversidades de sua vida. Você é filho do Deus criador do céu, da terra e de tudo o que neles há. Valorize a vida mesmo nas adversidades.
Havia um viúvo que morava com suas filhas curiosas e inteligentes. As meninas sempre faziam muitas perguntas. Algumas ele sabia responder, outras não. Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina. O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar. Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder. Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio. - O que você veio fazer aqui? Perguntou a irmã. - Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se ele disser que ela está morta, vou abrir e deixá-la voar. Se ele disser que ela está viva, ou apertá-la e matar. E assim qualquer resposta que o sábio nos der estará errada! As duas meninas foram ao encontro do sábio que estava meditando. -Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela esta viva ou morta? Calmamente o sábio sorriu e respondeu: - Depende de você. Ela esta em suas mãos. Assim é a nossa vida, o nosso presente e o futuro. Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não conquistamos). Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta azul. Cabe a nós escolher o que fazer.
:: Enviado por tarcila - 14:33:42 ::

quarta-feira, abril 27, 2005

além

Além ...
Por anos meu coraçao ficou duro como pedra Sem amor nenhum.. Apenas o odio e a raiva Que carrego do ultimo que amei... Que tentei colocar do meu lado pela eternidade
Ela congelou meu coração Tão puro quanto uma criança O paraiso pra mim não existe mais Agora vivo somente nas trevas Mesmo tendo medo delas Mais ainda vou me salvar delas...
Pois acho que achei a pessoa que procuro por anos... E a unica que pode me salvar... Desejo nem que seja só por essa noite... Que a lua nos junte... Para você sentir todo meu amor... Um amor q vem de seculos passados...
E se meu desejo se realizar Minhas feridas se fexaram... Meu coração não sera mais de pedra... Não fecharei mais os olhos, pois nao temerei mais as trevas... E... verei os céus como chamas eternas de purificação
Você se tornou parte de mim... Você é tudo que sou, ou tudo que resta de mim...
E eu nunca te perderei Pois o que o destino junta, homem não separa... Nosso amor vai... ...Além !!
(Autor Desconheçido)

além

Além ...
Por anos meu coraçao ficou duro como pedra Sem amor nenhum.. Apenas o odio e a raiva Que carrego do ultimo que amei... Que tentei colocar do meu lado pela eternidade
Ela congelou meu coração Tão puro quanto uma criança O paraiso pra mim não existe mais Agora vivo somente nas trevas Mesmo tendo medo delas Mais ainda vou me salvar delas...
Pois acho que achei a pessoa que procuro por anos... E a unica que pode me salvar... Desejo nem que seja só por essa noite... Que a lua nos junte... Para você sentir todo meu amor... Um amor q vem de seculos passados...
E se meu desejo se realizar Minhas feridas se fexaram... Meu coração não sera mais de pedra... Não fecharei mais os olhos, pois nao temerei mais as trevas... E... verei os céus como chamas eternas de purificação
Você se tornou parte de mim... Você é tudo que sou, ou tudo que resta de mim...
E eu nunca te perderei Pois o que o destino junta, homem não separa... Nosso amor vai... ...Além !!
(Autor Desconheçido)

quarta-feira, abril 20, 2005

Caminho

"Cada caminho é apenas um entre um milhão de caminhos. Portanto, você deve ter sempre em mente que um caminho não passa de um caminho. Se você achar que não o deve seguir, não precisa segui-lo, de modo algum. Um caminho é apenas um caminho. Não é uma afronta para você ou outros se o largar, se for isso que o seu coração lhe aconselha. Mas a sua decisão de continuar no caminho ou abandoná-lo deve ser livre de medo ou ambição. Eu lhe aviso: examine cada caminho com atenção e propósito. Experimente-o quantas vezes julgar necessário. Depois faça uma pergunta a você, e só a você. É a seguinte: esse caminho tem coração? Todos os caminhos são os mesmos. Não levam a lugar algum. Há caminhos que passam pelo mato, ou vão para dentro do mato ou sob o mato. A única pergunta é se esse caminho tem coração. Se tiver, o caminho é bom. Se não, não tem utilidade."
( Léo Buscaglia, em Vivendo, Amando & Aprendendo


Aprender com a experiência dos outros é menos penoso do que aprender com a própria. (....) (....)Estamos usando nosso cérebro de maneira excessivamente disciplinada, pensando só o que é preciso pensar, o que se nos permite pensar.
Nossa maior tragédia é não saber o que fazer com a vida.
Por causa e em nome de Deus é que se tem permitido e justificado tudo, principalmente o mais horrendo e cruel.

sentou-se por um instante. Estava cansadO, a cabeça latejando idéias desencontradas. A vizinha ouvia uma ópera italiana, dessas bem tristes, deprimentes mesmo. Ouvia-se agora um barítono sofrido e constante, interrompido às vezes por uma voz fina de súplica desolada. A música penetrava o seu mundo irretocável e elE se percebia levemente irritadO. "Ela deve ser só", pensou ele, com um quê de meio sorriso nos lábios."Muito só". Era sempre assim, às nove da noite, sem atrasos, ela colocava a tal ópera pra tocar, alto, alto... E ele imaginava uma mulher de meia-idade, expressão puída e retraída, talvez bem acomodada em uma poltrona macia. Quem sabe um gato no colo, uísque na mesa, mão no queixo, olhar perdido... Mas, e a ópera? "Deve remetê-la a um amor passado, desses bem impossíveis", refletiu fitando a parede fria que separava ambos os mundos. "Lá deve ser tudo preto-e-branco, como nesses filmes dos anos 50". Parou e riu. Pra si mesmo. Estava com fome, procurou na geladeira algo interessante. Nada. Só o leite que comprara de manhã cedo... "Sabia que o leite é o alimento mais consumido no mundo?", comentou consigo, de dentro da própria solidão. Olhou-se no espelho, mas não reconheceu aqueles olhos sem brilho, aquele aspecto de quem espera amanhecer dentro de si. Era o avesso do avesso do avesso do avesso, como disse Caetano. E ele, que adorava Caetano, surpreendeu-se cantarolando baixinho (em meio à ópera serenada): "Vou te fazer um pedido Tempo tempo tempo tempo Compositor de destinos Tambor de todos os ritmos Tempo tempo tempo tempo Entro num acordo contigo" Surpreendeu-se com uma vontade imensa de dançar, mas não teve coragem, a vontade ficou presa entre o suspiro e os passos desencontrados. Parou diante do quarto à meia-luz, com cara de criança que quer subir em árvore. Remexeu cuidadosamente nos papéis do trabalho, sem emoção. Odiava tudo aquilo. As pálpebras pesavam um pouco e o coração batia - tedioso, conformado, coração - apenas batia. Levou uma das mãos ao peito, como quem procura ainda aquele ruído descompassado e irracional que um dia conheceu, mas resistiu. Ignorou. E, aos poucos, sufocou... Acariciou de leve a colcha de retalhos que cobria a cama e dava ao quarto um aspecto trivial. Tentou como pôde esvaziar os pensamentos, deixar de lado as batidas compassadas e doloridas. Mas era fraco, pensou ao cabo de alguns minutos, como era fraco. Era tão fraco que não tinha medo, apenas faltavam-lhe as certezas. Travava-se longa batalha dentro de si, mas faltava-lhe discernimento para compreendê-la. E a triste ópera da vizinha deixou de tocar, sem que ele percebesse. Quando aguçou mais uma vez os ouvidos não mais estava lá. Eram assim constantemente os dias de sua vida. Imaginou-a recolhendo-se em pensamentos singelos, talvez remoendo o passado frívolo, algum passo mal dado, ou mal recebido... O gato daqui a pouco sairia pela cidade em busca de aventuras, para, mais tarde, quem sabe, contá-las silenciosamente a dona. "Mas que noite!", admirou-se, observando o céu límpido e convidativo e bocejou de leve, sentindo o sono apoderar-se dele. Percebia em si a opressão dos sonhos desfeitos pelo leve tremor dos lábios. Mas ele continuava, seguia adiante, sobrevivia. "Se isso, afinal, não é coragem, é o quê?" Antes de adormecer, pensou ainda mais uma vez no gato vagando pela noite imensa... "Gato de sorte", suspirou. "Gato sortudo", e dormiu.








E o Pierrot chora pelo amor da Colombina"- Los Hermanos
.........blah...
"Se o mundo é mesmo parecido com que vejo/ Prefiro acreditar no mundo do meu jeito/ E você estava esperando voar/ Mas como chegar até às nuvens com os pés no chão?" - Renato Russo
Dessa vez eu vou ao show dos Los Hermanos... Eu espero que dê pra comprar o ingresso ainda essa semana...
Acreditem se quiser, estava com lágrimas nos olhos quando acabei de ler o conto que segue abaixo... Clarice, pra variar... Sempre ela... Pensei em comentar alguma coisa, mas tá aí pra quem quiser conferir...
"A TENTAÇÃO" Clarice Lispector
Ela estava com soluço. E como se não bastasse a claridade das duas horas, ela era ruiva.
Na rua vazia as pedras vibravam de calor - a cabeça da menina flamejava. Sentada nos degraus de sua casa, ela suportava.
Ninguém na rua, só uma pessoa esperando inutilmente no ponto do bonde. E como se não bastasse seu olhar submisso e paciente, o soluço a interrompia de momento a momento, abalando o queixo que se apoiava conformado na mão. Que fazer de uma menina ruiva com soluço? Olhamo-nos sem palavras, desalento contra desalento. Na rua deserta nenhum sinal de bonde. Numa terra de morenos, ser ruivo era uma revolta involuntária. Que importava se num dia futuro sua marca ia fazê-la erguer insolente uma cabeça de mulher? Por enquanto ela estava sentada num degrau faiscante da porta, às duas horas. O que a salvava era uma bolsa velha de senhora, com alça partida. Segurava-a com um amor conjugal já habituado, apertando-a contra os joelhos.
Foi quando se aproximou a sua outra metade neste mundo, um irmão em Grajaú. A possibilidade de comunicação surgiu no ângulo quente da esquina acompanhando uma senhora, e encarnada na figura de um cão. Era um basset lindo e miserável, doce sob a sua fatalidade. Era um basset ruivo.
Lá vinha ele trotando, à frente da sua dona, arrastando o seu comprimento. Desprevenido, acostumado, cachorro.
A menina abriu os olhos pasmados. Suavemente avisado, o cachorro estacou diante dela. Sua língua vibrava. Ambos se olhavam.
Entre tantos seres que estão prontos para se tornarem donos de outro ser, lá estava a menina que viera ao mundo para ter aquele cachorro. Ele fremia suavemente, sem latir. Ela olhava-o sob os cabelos, fascinada, séria. Quanto tempo se passava? Um grande soluço sacudiu-a desafinado. Ele nem sequer tremeu. Também ela passou por cima do soluço e continuou a fitá-lo.
Os pêlos de ambos eram curtos, vermelhos. Que foi que se disseram? Não se sabe. Sabe-se apenas que se comunicaram rapidamente, pois não havia tempo. Sabe-se também que sem falar eles se pediam. Pediam-se, com urgência, com encabulamento, surpreendidos.
No meio de tanta vaga impossibilidade e de tanto sol, ali estava a solução para a criança vermelha. E no meio de tantas ruas a serem trotadas, de tantos cães maiores, de tantos esgotos secos - lá estava uma menina, como se fora carne de sua ruiva carne. Eles se fitavam profundos, entregues, ausentes do Grajaú. Mais um instante e o suspenso sonho se quebraria, cedendo talvez à gravidade com que se pediam.
Mas ambos eram comprometidos.
Ela com sua infância impossível, o centro da inocência que só se abriria quando ela fosse uma mulher. Ele, com sua natureza aprisionada.
A dona esperava impaciente sob o guarda-sol. O basset ruivo afinal despregou-se da menina e saiu sonâmbulo. Ela ficou espantada, com o acontecimento nas mãos, numa mudez que nem pai nem mãe compreenderiam. Acompanhou-o com olhos pretos que mal acreditavam, debruçada sobre a bolsa e os joelhos, até vê-lo dobrar a outra esquina.
Mas ele foi mais forte que ela. Nem uma só vez olhou para trás.
agora eu era o rei, era bedel e era também juiz. E pela minha lei, a gente era obrigado a ser feliz!" - Chico Buarque

é o ano da nostalgia..." Eu não agüento mais meus próprios pensamentos... Hoje dei uma de andarilho ... Primeiro encontrei o livro da Virgínia Wolf que eu tanto queria num sebo em frente à FNAC e comprei CDs raros muito baratinhos num outro sebo (: (tava escrito no encarte; CD promocional, venda proibida)... hahaha... : "Alguns ruídos e chiados encontrados nesse disco são intencionais e não representam defeitos de fabricação".
Cai o pano quase que instantaneamente A boneca ri de seu teatro ambivalente A boca seca de incertezas conformadas Não cala a dor que vem das duas mãos atadas.
Segue o palhaço - mesmo que inutilmente Olhos já cegos pelo escuro reticente Condena tarde as outras noites mal contadas Que de tão puras chegam a ser inocentadas.
O par ferfeito segue a cena inquietante Não mais se esquivam os negros olhos conflitantes E a platéia, ao fim do enredo, desolada Percebe a morte vil nas cartas já marcadas.


(14/02)
ai.... ai.... O dia de ontem rendeu esse poema e uma crise de insônia infernal... !!!


"Eu que tinha tudo, hoje estou mudo, estou mudado, à meia noite, à meia-luz, pensando... Daria tudo por um modo de esquecer... Eu queria tanto estar no escuro do meu quarto, à meia noite, à meia-luz, sonhando... Daria tudo por meu mundo e nada mais..." - Guilherme Arantes
Tento lutar contra um monte de sentimentos ao mesmo tempo... Mas, não consigo... E, ultimamente, tem sido difícil evitar... Queria tanto olhar pras coisas como se ainda fosse criança, como se por trás de tudo houvesse uma mão mágica, um pressuposto lógico ou alguma razão subjetiva ocultando maravilhas absurdas e inimagináveis... Queria tanto carregar comigo ainda aquela vida, aqueles tempos, aqueles olhos puros, aquilo tudo... Não sei porque me bate às vezes essa melancolia, esse nó na garganta pelo que não vi, pelo que não vivi, pelo que não fui... Ou pelo que deveria ter sido... Talvez seja pelo que deveria estar sendo e não é... Será? Mas porque? Porque será que não consigo mais olhar nos olhos, encarar de frente aquilo que sempre quis evitar e que agora me sufoca, me ilude, me destrói... Sim, destrói pela incerteza das palavras, que machucam os sentidos e tornam aqueles momentos que poderiam ter sido apenas tolas hipóteses frustradas, insanas, irreais... Palavras tornam tudo tão plausível, tão medível, tão cabível... Como medir minhas palavras? Como batizar meus sentimentos??? Sei que tola sou eu por não arriscar... Mas não quero arriscar algo tão puro por um impulso inexplicável e egoísta... Não tenho esse direito... O jeito é fechar os olhos e esperar que tudo passe... Mas como impedir a água de seguir seu fluxo?
blah... acho que vou dormir....
Daquilo que eu sei Ivan Lins
Nem tudo me deu clareza Nem tudo foi permitido Nem tudo me deu certeza
Daquilo que eu sei Nem tudo foi proibido Nem tudo me foi possível Nem tudo foi concebido
Não fechei os olhos Não tapei os ouvidos Cheirei, toquei, provei Ah! Eu usei todos os sentidos Só não lavei as mãos E, por isso que eu me sinto Cada vez mais limpo
(... será que algum dia eu vou me sentir assim, como na música??)


"Abri a mão em cima da gravura com tachas na parede. Havia uma rosa de Van Gogh que tinha a mesma cor da minha mão. Rosas num pote verde. Tão inocentes, não? Um pote verde com rosas. Contudo, bastava olhar mais demoradamente para surgir a primeira dúvida: eram rosas vermelhas? Brancas? Amarelas? Todas as cores se empastavam nas pétalas entumescidas e que desabrochavam em labirintos escalavrados pelo pincel na ânsia de encontrar uma saída. Em vão ele abrira talhos profundos na massa espessa das corolas, rodando pelos mesmos caminhos como um viajante perdido na mata. Havia esperança? A resposta vinha do sangue que as pétalas gretadas iam vertendo: enquanto houver desespero, diziam elas, haverá luta. E na luta há salvação." - trecho retirado do livro "Verão no Aquário", de Lygia Fagundes Telles ...

como diria o próprio Picasso:" A arte é uma mentira que diz a verdade"....
... tenho umas coisas pra postar, mas tô com preguiça, então deixo a música aerials do system of adown que eu ouvi o dia todo hoje... É triste, mas é verdade... atualizei algumas coisinhas no blog: meu perfil (finalmente!) e coloquei alguns blogs e sites ótimos... Tribunal de Causas



"Disse ainda que tinha horror a planos, para mim... Não haveria nada depois. E mesmo que houvesse seria tão diferente do que se sonhou que acabaria uma decepção ver o sonho realizado." fragmento de "Verão no Aquário", de Lígya Fagundes Telles
Às vezes me pergunto porque tudo aconteceu tão de repente e porque ainda está acontecendo...
Acho que precisava mesmo desse tapa, desse baque; mas porque deixei que as coisas chegassem a esse extremo?
O medo da morte voltou com mais intensidade dessa vez...
Antigamente eu não me importava, sentia o medo embaralhar minhas certezas, mas o despezava...
Agora é diferente...
Sinto-o cada vez mais concreto em meus atos...
A morte também está lá, mãos dadas com minhas eternas incertezas...
Vejo-a, cada vez mais perto...
...mas não de mim...
E é isso que mais dói..........
me sinto tão velho e tão atemporal ao mesmo tempo é como se éssa dualidade me consumisse como um ácido de ódio e amor , perdi mas uma vez minha pax de espírito ...
Caí Num abismo de dor e esquecimento... De fogosas chamas etéreas vis !nutri meu peito de sofrimento! Contudo, Nos olhos negros a alma ... furtiva vi rolando Da face minha! E quantas vezes o luar tardio espíritos inocentes? E dormi sonhando a Eterna pureza , eternas bema-venturanças... E que os livros do tempo diante de mim poderiam abrir-se... e entre os anjos Eu ia despertar em noites puras? Foi esse o amor primeiro! requeimou-me As artéreas febris , Acordou-me dos sonhos da existência sem harmonia .E eu pensava existir... sentindo o peito Sobre teu coração perdido morrer de gozo. E e espero ainda! Se erguerem meus doloridos versos, Reflexos sem calor de um sol intenso, Votei-os Para velar nos sonhos como incenso. Eu sonhei tanto em Tantas noites de febre e d'esperança... Mas hoje o coração parado e frio, Do meu peito descansa. Parado junta a sombra dos amores santos! Ele Passa quando eu penso morrer no meu jazigo, E... se Ajoelha ao luar e entoa um canto... Que até na morte faz eu sonhar contudo.

eu te AMO

Africano- Ek het jou liefe
Albânio - Te dua
Alemão - Ich liebe dich
Alentejano - Gosto de ti, porra!
Amárico - Afekrishalehou
Árabe - Ana Behibak (para um homem)
Árabe - Ana Behibek (para uma mulher)
Bávaro - I mog di narrisch gern
Birmanês - Chit pa de
Boliviano - Qanta munani
Búlgaro - Obicham te
Cantonês - Moi oiy neya
Catalão - T'estim
Checo - Miluji te
Chinês - Ngo oi ney
Cingalês - Mama oyata adarei
Coreano - Tangsinul sarang ha yo
Corso - Ti tengu cara (para uma mulher)
Corso - Ti tengu caru (para um homem)
Croata - Ljubim te
Dinamarquês - Jeg elsker dig
Eslovaco - Lubim ta
Esloveno - Ljubim te
Espanhol - Te amo
Esperanto - Mi amas vin
Flamengo - Ik zie oe geerne
Filipino - Mahal ka ta
Finlandês - Mina rakastan sinua
Francês - Je t'aime
Francês Canadiano - Sh'teme (falado, tem este som)
Frisão - Ik hald fan dei
Gaélico - Tha gra agam ort
Grego - S'ayapo (diz-se s'agapo, a 3ª letra é a letra minúsculo "gamma")
Grego antigo - Ego philo su
Gronelandês - Asavakit
Havaiano - Aloha i'a au oe
Hebreu - Ani ohev otach (para uma mulher)
Hebreu - Ani ohevet otcha (para um homem)
Holandês - Ik hou van jou
Húngaro - SzeretlekIídiche - Ich han dich lib
Indonésio - Saya cinta padamu
Inglês - I love you
Iraniano - Mahn doostaht doh-rahm
Irlandês - Taim i' ngra leat
Islandês - Eg elska thig
Italiano - Ti amo
Japonês - Kimi o ai shiteru
Javanês - Kulo tresno
Jugoslavo - Ya te volim
Klingon* - Qabang
Latim - Vos amo
Latim antigo - Ego amo teLetão - Es milu tevi
Libanês - Bahibak
Lisboeta - Gramo-te bué, chavalinha
Lituanio - Tave myliu
Macedoniano - Sakam te
Madrileno - Me molas, tronca
Malaio - Saya cintakan mu
Mandarim - Wo ai ni
Mohawk - Konoronhkwa
Norueguês - Eg elskar deg
Panjabi - Mai taunu pyar karda
Paquistanês - Mujhe tumse muhabbat hai
Persa - Tora dost daram
Polaco - Kocham cie
Português (Portugal) – Amo-tePortuense - Amo-te, carago!
Queniano** - Tye-mela'ne
Romano - Te iu besc
Russo - Ya tebya liubliu
Sergipano - Gostchu muintchu
Sérvio - Ljubim te
Servo-Croata - Volim te
Sioux - Techihhila
Sírio/Libanês - Bhebbek (para uma mulher)
Sírio/Libanês - Bhebbak (para um homem)
Sueco - Jag alskar dig
Suíço/Alemão - Ch'ha di ga"rn
Tagalo - Mahal kita
Tailandês - Khao raak thoe
Taitiano - Ua here vau ia oe
Tâmil - nan unnaik kathalikkinren
Télego - Neenu ninnu pra'mistu'nnanu
Tunisino - Ha eh bak
Turco - Seni seviyorum
Ucraniano - Ja tebe kokhaju
Vietnamita - Em yeu anh (para um homem)
Vietnamita - Anh yeu em (para uma mulher)
Vulcan* - Wani ra yana ro aisha
Zulu - Mena tanda wena

sexta-feira, abril 15, 2005

Disciplina, escrito à sangue em minha alma,
me ajuda a resistir, destruir, construir, restituir minha vida.
Persistência, luto por minha essência que tentam contaminar com luxo, lixo, mídia, mas eu sei como enfrentar.
E sobrevivo.
O pôr-do-sol é uma vitória, e assim construo minha estória.
Com grandes conquistas no dia-a-dia, tantas batalhas.
A glória é saber que não me corrompi.
Ao invés de calar eu agi, e não traí.
E nunca vou trair minha promessa.”
Beijos e ótimos dias para vocês

manifesto -protesto - indignação - ódio

Agradeço a brutal desigualdade social do nosso país. Graças a ela, provavelmente haveram muitos ricos, podendo manter assim a concentração de renda e viver deleitosamente às custas de milhões de vidas miseráveis espalhadas pelo Estado brasileiro.
Agradeço a muitos dos alunos diversos que não têm o mínimo compromisso social, são completos alienados à vida política e social do nosso país, não fazendo o mínimo de esforço para mudar o quadro sociológico do mesmo. Preocupam-se tão-somente com o próprio umbigo e com o “rock” da semana que vem. A estes, agradeço com muito mais paixão e sinceridade, pois serão eles que irão disputar o mercado de trabalho comigo e fico muito feliz ao ver que boa parte dos futuros advogados são completamente medíocres em seu pensar, agir e em suas metas.

Agradeço ainda por ter nascido e por que Vivo num país completamente hipócrita em relação à questão racial. Dizem por aí que somos um país de todos. Ora, isto é uma das maiores mentiras que já contaram para mim nestas décadas de vida. O nosso querido Brasil é branco e masculino. Os dados estão aí para nos mostrar o que é óbvio. Quantos negros estão nas nossas universidades? Destes, quantos fazem cursos considerados de ponta, tais como direito, medicina e engenharia? Quantos dos Juízes são negros? Quantos dos desembargadores e dos ministros dos Tribunais Superiores são negros? Qual a origem destes? São, em sua esmagadora maioria, pessoas que saíram das classe A e B do país.Agradeço muito aos racistas .

Ainda seguindo esta lógica, quantas são mulheres? Quantas recebem igual ou mais que os homens? Quais são as chances no mercado de trabalho delas perante os homens? Por estas e outras agradeço a Deus por ter nascido homem .

Não devo esquecer de agradecer ao ensino emburrecedor de nossas faculdades eescolas , principalmente públicas . Hoje, preocupam-se mais em uma educação para o mercado do que para a vida. O direito, quanto solucionador dos problemas sociais, deveria zelar por uma sociedade mais igualitária e justa. Como exigir isso do aluno brasileiro, visto que estes não têm acesso a essa discussão em sala de aula? Qual é o problema de levar o direito para a sociedade em geral? Talvez não tenha problema algum, visto que o Direito brasileiro é fundado na desigualdade e na desesperança. Está completamente envolto em corrupção e mentiras e não representa uma instituição forte, é tão-somente um aparelho dotado de extrema força que se amolda aos interesses da elite brasileira a fim de manter os privilégios desta.

Agradeço ainda aos meios de comunicação brasileiros. São verdadeiros instrumentos de ocultação da verdade e distorção de opiniões e, assim como o Direito, adequa-se aos interesses da elite.

Agradeço ao frenesi religioso que vivemos hoje, fato que torna ainda mais burro os já enfraquecidos brasileiros.

Agradeço aos países desenvolvidos, agradeço à nova idade média e a atual venda de indulgências que assistimos, agradeço à corrupção e aos corruptos, agradeço à minha inércia perante isso tudo, agradeço à raiva que estou sentindo ao escrever isto e perceber quão pequeno sou para dar fim a isto tudo, agradeço à lágrima de profundo desgosto que rola dos meus olhos agora perante tantas atrocidades existentes no país e no mundo, agradeço às violências, aos políticos populistas, à ignorância da população, à falta de ideologia, à falta de instituições fortes, ao nihilismo vigente, ao estado de tensão social.

O agradecimento maior, no entanto, deve ser direcionado à sorte, pois nasci homem.
O Direito realmente existe e tutela a vida dos brasileiros, mas somente daqueles que têm condições de pagar por ele.
http://bad-luck.blogspot.com/2004/11/kiss-kiss-soshite.html
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Refrescante brisa num dia de verãoOuvindo ecos de seu coraçãoAprendendo a recompor as palavrasDeixo o tempo voarAlegres gaivotas às margensNão há nota que soeErgo minha cabeça após enxugar meu rostoDeixo o tempo voarChamando, recuando! Retornando, recordando! Uma conversa fiada da qual sente faltaMais sagaz, porém mais velho. Um líder, um aprendiz. Um leal inicianteUm locatário de insensatezTão lúcido numa selvaUma ajuda, um pecador. O sorriso agonizante de um espantalhoOh! Minutos giram e giramEm minha cabeçaOh! Meu peito explodiráCaindo em pedaçosA chuva chega ao solo - Sangue! Um minuto para sempreUm pecador se arrependendoTermina minha vulgar desgraça(E eu) Vou pelos ventos de um dia novo em folhaAlto aonde as montanhas alcançamReencontrei minha esperança e orgulhoRenascimento de um homemHora de voar...


Um vazio está habitando a minha vida, tudo parece não fazer sentido algum, tudo mesmo até a minha própria vida, aliás, para que ela serve? Nessa vida nós nos machucamos mais que tudo, ou não! Mas pode ter certeza que as dores pesam mais do que tudo, mais do que a própria alegria de viver, a própria alegria de ter um sol para nos aquecer nos dias frios, e nos dias que não se tem uma pessoa ao seu lado para te aquecer e fazer carinho. Pode ter certeza que 1kg de tristezas pesam mais do que 1000000 toneladas de alegrias. Eu cansei de viver em um mundo em que você é a peça fundamental para a minha existência, descobri que posso viver sem você, me acredite sofri muito para descobrir isso, mas a nossa vida é feita disso, temos que quebrar a nossa cara para que posamos encontrar o meio certo de agir, a nossa vida é feita de experiências e testes, e tudo que passamos juntos foi apenas um teste para ver se eu mereço ter uma pessoa tão especial ao meu lado. Para te ser bem sincero, depois de tudo que passei por ti e tudo que descobri de mim mesmo eu cheguei a conclusão que SIM, eu mereço uma pessoa ao meu lado! Me compreende ? Eu me lembro até hoje de me olhando no fundo dos meus olhos já sem brilho algum, pois eu já estava esperando o fim e dizendo Saudades morrendo num sonho de aventura.Desisti de exilar-me em mim mesmo E.... Na flor da mocidade consumí... quando às primaveras disseram adeus ,tão cedo E na idade do amor envelheci! Vinte anos! derramei-os gota a gota Num abismo de dor e esquecimento... De fogosas visões nutri meu peito... Vinte anos!... sem viver um só momento! Contudo, no passado uma esperança Tanto amor e ventura prometia... E Nos sonhos junto a mim a inércia - meu amor , tranqüilo e parado que me envolvia -adormecia! E eu lia com ela... e no romance Suspirava melhor a ardente nota... E Jocelyn sonhava com Laurence Ou Werther se morria por Carlota... Eu sentia a tremer e a transluzir-lhe Nos olhos negros a alma inocente... E uma furtiva lágrima rolando Da face dela umedecer a minha! E quantas vezes o luar tardio Não viu nossos amores inocentes? Não embalou-se no suspirar, nos cânticos ardentes? E quantas vezes não dormi sonhando o sonho Eterno , eternas as venturas... E que o céu ia abrir-se... e entre os anjos Eu ia despertar em noites puras? Foi esse o amor primeiro! requeimou-me As artérias febris de juventude, Acordou-me dos sonhos da existência Na harmonia primeira do alaúde. Meu Deus! Na existência Só restam-me saudades dessas horas Que iluminaram minh'alma d'inocência. Foram três noites só... três noites belas De lua e de verão, no val saudoso... Que eu pensava existir... sentindo o peito Sobre teu coração morrer de gozo. E por três noites padeci três anos, Na vida cheia de saudade infinda... Três anos de esperança e de martírio... Três anos de sofrer - e espero ainda! A ti se ergueram meus doridos versos, Reflexos sem calor de um sol intenso, Votei-os à imagem dos amores Pra velá-la nos sonhos como incenso. Eu sonhei tanto amor, tantas venturas, Tantas noites de febre e d'esperança... Mas hoje o coração parado e frio, Do meu peito no túmulo descansa. Pálida sombra dos amores santos! Passa quando eu morrer no meu jazigo, Ajoelha ao luar e entoa um canto... Que lá na morte eu sonharei contigo.







Bom pessoal, eu agradeço pela força que você tem me dado. Mas tudo que eu preciso agora é por um pouco a cabeça no lugar, nada mais depende de vocês amigos. o que você podiam ter feito vocês fizeram eu tenho certeza disto. Eu só tenho a agradecer a vocês amigos que estão sempre comigo quando preciso. Tenho a agradecer os novos e os velhos amigos. OBRIGADO Eu não tenho muito que dizer, sei lá !



para a mulher do meu ódio :

Vou comer mas antes tenho umas palavrinhas a dizer Um sentimento nada agradável mora dentro de mim. Eu ainda não sei por que te perdi, não eu não sei. Digo que o mundo é injusto, e você caro, não acredita. Vem me dizer que a vida é assim, Que temos altos e baixos. Se a vida realmente é assim, eu nasci estocado no chão! Mas eu sei... Sei que a vida não é assim, pelo menos eu creio nisso. Se realmente a vida for isso que dizem eu não quero viver nela essa vida medíocre. Um covarde? É isso que estás achas achando que sou? Ache o que quiseres! Pense o que quiser! Faça a sua vida que eu faço a minha! Desabafo de um guerrilheiro você está lendo, um guerrilheiro que foi apunhalado pelas costas. Um guerrilheiro que viu muito dos seus amigos e companheiros sofrendo agonizando de dor. Cansei de ouvir que se as coisas aconteceram como aconteceram é por que tinham que acontecer. Eu sei que não é assim. Não tente me enrolar. Não tente me consolar! Eu perdi, eu admito! Não, VOCÊ perdeu o melhor que podia ter! E você sabe disso, mas como eu já disse, você não sabe admitir que perdeu, isso vai acabar com sua vida é você sabe disto! Mas eu não digo mais nada, tu vai aprender tomando surras da realidade! Assim como eu aprendi. Eu nem sei por que eu ainda venho pensar em você, não sei mesmo. Você não merece isso. Tu está sendo tão ignorante e grossa comigo e com teus amigos! Aqui acaba meu pequeno desabafo insignificante



Quem me conhece, sabe para quem vai esta mensagem.
Não sei pq não consigo te odiar.... são tempos, estamos caminhando para mais um em nosso "caso". Quando isso terá fim?
Lembro-me de todos os detalhes... de todos os momentos... sinto frio na barriga quando a vejo... e ainda fico louco esperando pela sua ligação... e lá se vão anos assim...
anos de alegrias e tristezas, de superação e desapontamento. O que ficou? O q vc guarda de mim? O q guardo eu de vc?
Neste momento, as mãos correm livres por este teclado, sem ter idéia do que escrever, externando apenas os sentimentos que tal experiência imprimiu em mim.
o cabelo ... o sorriso fácil... a alegria em viver... o brilho nos olhos... o tom de voz... sempre paciente... algumas vezes explosiva... sempre delicada... completamente o oposto de mim... Deu-me algo que jamais senti, levou para si tudo aquilo de novo que tive... o mundo ficou novamente triste... sem nuances... preto e branco... sem graça... vc não está mais aqui... sinto sua falta...
Como diria o poeta "Sê como o Sandálo, que perfuma o machado que o corta".. e vc o foi, o é, e, com toda certeza, o será para todo o sempre... Muitas vezes, perante as mais diversas adversidades que para nós foram impostas, perante todo o meu nervorsismo, toda a minha ira, todo o meu ímpeto... vc sempre foi calma... sagaz... Quantas vezes eu, como o machado, quis machucá-la, cortá-la em milhões de pedaços e nunca mais vê-la... mas toda vez que o fazia, sentia o seu doce perfume... aquilo simplesmente me dopava... era completamente invadido por sua essência... sentia-me um lixo... sentia que a perdia a cada machadada.. então parava, esperando de vc um não... um nunca mais... mas a resposta que mais temo - e que talvez mais queira - nunca veio... e vc permanece...
Nem tudo são flores... defeitos vc tb tem, é verdade... o amor é louco, mas ainda assim tem um pé na realidade... acontece que seus erros são uma ínfima parte do perfeito ser que vc é... O esmero com o qual Deus a fez é tão grande que dentre todos os mortais, vc se destaca... faz com que os mínimos erros de ser um humano, sejam ofuscados pela perfeição que habita em vc...
Não consigo, apesar de ansiar, odia-la... não consigo esquecê-la... é terrível... é uma sombra... um mal.. um fantasma que me segue... aonde quer que eu vá... vc está lá... de uma maneira ou de outra... vivi tudo com vc, de maneira que tudo o q acontece já não é mais emocionante... já não tem mais graça.. não é novo... é triste... vc não está lá.. não é vc que está ao meu lado... não é seu cheiro, seu sorriso, não são suas palavras ao meu ouvido, sua gargalhada, seu andar, seu sentir, seu abraço, seu beijo... simplesmente não é nada... é um vazio...
É difícil tentar algo novo com outras pessoas... vc permanece...
Suas cartas ainda estão aqui... suas fotos... seus desenhos... seus recados e bilhetes... está tudo aqui... tudo...Nada mudou... apesar de eu querer que mude...
O que terá mudado pra vc?
Será que sou o único que sente isso tudo?
O mais provável é que seja...
Pq não demonstra? pq não liga? pq não escreve? pq sumiu? Pq não quebra as barreiras? Pq não se sacrifica tb?
sua inércia me faz mal.. sempre fez e continua a fazer...
Às vezes amaldiçoo o dia q nos conhecemos...
Não sei mais o q escrever.... não sei pq escrevi isso... as palavras vêem, mas não consigo achar maneiras de encaixa-las para expressar o q sinto...
Te odeio
Te amo...
Odeio-a na mesma intensidade que a amo... o q sinto por vc? O q vc sente por mim?
Pq nunca me respondeu?
O amanhã continua desconhecido...
Um colega fica me perguntando pq sou armagurado... pq sou triste......
Cara, eu não sei.. vá se saber oq é felicidade? talvez a minha felicidade esteja em ser triste ou, talvez, resida em vc.
Um abraço, um sorriso... não sei... qualquer coisa... coisas que demonstre amor... não precisa ser grandioso.. coisas grandiosas são mostradas esporadiacamente, não todo dia... isso é raro... um sorriso, muitas vezes, é a melhor maneira de dizer que me ama...
Fico por aqui. Um abraço... ainda espero dá-lo...

quarta-feira, abril 13, 2005

palavras que os homens deveriam saber interpretar para o seu próprio bem

(palavra que os homens deveriam saber interpretar para o seu próprio bem )


querido


perigosíssima palavra de duplo sentido totalmente diverso . tanto pode estar te tratando de forma meiga , como te deixando em 5º plano na estima dela .Você têm que prestar atenção em como foi dito , na entonação , e em que contexto essa palavra está inserida . toda atenção é pouca

quinta-feira, abril 07, 2005

por que será que nós machucamos ; pisamos ou ferimos ou fazemos sofrer quase sempre as pessoas a quem nós mais amamos?
porque nos prendemos a missão de ñ tocar no coração das pessoas , por que não somos sinceros o suficiente e por que não pintamos nosso céu vermelho de negro sangue , por que não nos desfazemos de nós mesmos e procuramos algo que transceda nosso próprio egoísmo ?
por que não tocamos a meia noite diante das luas cor de sangue melodias para o nascer da aurora despostos com nossos violinos tristes e lacrimejantes

sexta-feira, abril 01, 2005

Se você se contorce quando ouve um Pagode... Se você sai correndo quando ouve um Axé... Se você realmente chora quando ouve um Sertanejo... Parabéns. Seu lugar é aqui.


































Havia um garoto que tinha um temperamento muito tempestuoso.Um dia, o pai deste garoto deu-lhe um saco de pregos e disse-lhe:"Toda vez que perder a paciência, martele um prego atrás da cerca."No primeiro dia, o garoto enfiou 37 pregos na cerca. Em algumas semanas, conforme ele ia aprendendo a controlar seu temperamento, o numero de pregos martelados por dia reduziu gradativamente. Ele descobriu que era mais fácil controlar seu temperamento do que martelar todos aqueles pregos na cerca... Finalmente chegou o dia em que o garoto conseguiu controlar seu temperamento.Contou ao pai que sugeriu que tirasse um prego para cada dia que ele conseguisse controlar seu temperamento.Finalmente chegou o dia em que o garoto havia retirado todos os pregos da cerca. Então seu pai segurou sua mão e levou-o à cerca."Você foi muito bem, meu filho, mas olhe os buracos na cerca. Ela jamais será a mesma.Quando você diz coisas num impulso, essas coisas deixam cicatrizes como estas marcas. Você pode enfiar uma faca em um homem e retirar. Não importa quantas vezes peça desculpas.O buraco continuará existindo. Um ferimento verbal é tão ruim quanto um físico. Amigos são jóias raríssimas. Eles fazem você sorrir e dão apoio nos insucessos. Eles emprestam um ouvido, te elogiam e tem o coração sempre aberto para você".Me perdoe pelas vezes que deixei um buraco na sua cerca.


terça-feira, março 22, 2005

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sexta-feira, março 18, 2005

Quantas vezes você já se pegou falando com amigos ou mesmo com desconhecidos a seguinte questão: Não arrumo namorado(a) ! Você já parou para se perguntar o porque? Será que você ou os outros é que são os responsáveis pela sua solidão? Pois então pare e reflita se você já pensou alguma vez:
1) Ninguém tá a fim de nada sério, só querem ficar ou fazer sexo
2) Você ou o outro é independente demais e não conseguem abrir uma brecha
3) Você é cheio de complexos e não consegue discutir com o outro
4) Estou fora dos padrões de beleza: Sou feio, gordo, baixo, careca..e por aí vai
5) Não acho ninguém à minha altura
6) Sou bonito demais e acho todos sem graça
7) Não consigo achar ninguém que tenha afinidades comigo
8) Sou pobre e fico com vergonha
9) Me acho uma pessoa sem personalidade
10) Quando saio à noite me sinto um fantasma: Ninguém olha para mim
11) Só saio com meus amigos lindos para ver se alguém me olha
12) As pessoas só querem gente bombada e sarada
13) Não tenho carro
14) Eu trabalho demais e não sobra tempo para namorar!
15) Internet não é lugar para namoro
olhe dentro de sí próprio abra seus olhos e veja-se ... não vou apontar um caminho ... deixo acargo de qualquer um que julgar sua própria vida .............

quarta-feira, março 16, 2005

Eu não tenho que temer o amor e... nunca mais quero estar sozinhoEu tinha me esquecido tambémQue a estrada da libertação irracional continua sobre as nuvens _As nuvens tornam-se surreais_Eu acho que eu sempre estarei sempre em casa ou nesse lugar seguro que denominei casa !Dirigindo a noite , vendo uma saída que ilumina o céu ;O céu torna-se completovendo o PAI DAS LUZES iluminar nossos Corações viajantes ào divino tronoEu tinha esquecido tambémDas formas furiosas da vida ,dos amigos secretos vem fugindo do escuro que criei em meu passado vêm celebrando e dizendo : ele saiu do Escuro vejam :busca a luz!voltou à luta,Contra todos esses jogadores, encantados,Contendo a expansão do ódio , num grande dia,Unamo-nos a ele !Nós devemos convidar nosso brilho a brilhar na escuridão,Opinião contrária , são as balas do mau,Se foi escrito na espada vivamos por ela, morramos pela verdade, ecrevamos a honra Precisa-se de uma razão pra viver ,A história nos ensina assim,A razão que deve alcançar,Será aprovado pelo nosso deus,Aquela Criança,alcançou redenção na luz e é isso irmão de guerra pelo que lutamos pela luz Das guerras do ódio, Não queremos mais falar nada,Das guerras do ódio, Não queremos mais falar nada,Das guerras do ódio, Não queremos mais falar nada,Das guerras do ódio, Não queremos mais falar nada, Nós vamos lutar, Nós vamos lutarNós vamos lutar, Nós vamos lutarNós vamos lutar, Nós vamos lutarNós vamos lutar, Nós vamos lutar NÓS VAMOS LUTAR PELA LUZ , PARA PRESEVAR A INTEGRIDADE DO QUE RECEBEMOS DE DEUS Sei que o sonho que nos cercava já É a fábula que vivemos Eu acho que vivo Em, meu, suicídio virtuoso,Eu ouço música ao nascer do sol e...Eu, choro, quando os anjos querem morrer, Morrer, Pai Amado Assim como teu FILHO:Em tuas mãos eu entrego meu espírito,Pai, em tuas mãos, não me abandone !Em seus olhos não me abandone,Em seus pensamentos não me abandone,Em seu coração não me abandone,

terça-feira, março 15, 2005

principio

UMA FOLHA CAINDO NAETERNIDADE
_____________________________________
( ÉRICK LAWTRISHER )

EMBEBIDO PELO VIVER INÉXORAVEL ;LONGE DE TUDO SOFRENDO AMARGAMENTE SABENDO QUE POR MAIS QUE DOA É MELHOR ESTAR LONGE LONGAMENTE LONGE ; SOLAMENTE LONGE DA TUA PRESENÇA NO MEU DESEJO POR TUA SOMBRA E CHEIRO DOCE DA TUA COMIDA E TEMPERO ;
DO TEU ESPÍRITO ;
ESTOU JOGADO NA MARGEM DO MEU PRÓPIO SENTIMENTO ACALANTADO PELA MINHA SAUDADE DOS TEUS BRAÇOS , ABUSANDO DA MINHA FALTA DE LIBERDADE DE CRIAÇÃO ; CHORANDO AO MENOS UMA VEZ NOS MESES DA MINHA ETERNIDADE !
ESPERANDO O CAIR DAS FOLHAS DO OUTONO NO INFINITO BEBENDO DO CÁLICE DA DOR DESCRITO NA ALMA DO MEU INIMIGO AMADO
MINHA PRÓPRIA DESCOBERTA E CURIOSIDADE ME INFESTAM A CONSCIÊNCIA NA SUA FALTA DE MEMÓRIA QUE SEGUE OS NOSSO PASSOS DE TODAS AS INGEMNUIDADES

poesias ,poesias

É O SILÊNCIO ( Pedro kilkerry )

É o silêncio, é o cigarro, é a vela acesa
Olho-me a estante em cada livro que olha
E a luz nalgum volume sobre a mesa
E o sangue da luz em cada folha
Não sei se é mesmo a minha mão que toca
A pena, ou mesmo o instinto que a tem presa
Penso um presente, num passado e enfolha
A natureza, tua natureza
Mas é o bulir das coisas... Comovido
Pego da pena, iludo-me que traço
A ilusão de um sentido, e um outro sentido
Tão longe vai!
Tão longe se aveluda esse teu passo
Asa que meu ouvido anima
E a câmara muda, e a sala muda, muda...
Áfonamente rufa , a asa da rima
Paira-me no ar. Quedo-me como um buda!
Novo. Um fantasma e o som que se aproxima
Cresce-me a estante como quem sacud
Um pesadelo de papéis acima
Abro a janela. Ainda a lua se esfia.
Ùltimas notas trêmulas. O dia
Tarde florecerá pelas montanhas
E oh, minha amada, o amor é cego!
Compartilham na dor a aranha
Patas de um gato e asas de um morcego.
( Aline Vandrack )





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A obcessão do sangue

Acordou vendo sangue. Horrível !
O osso frontal em fogo. Ia talvez morrer
Olhou se no espelho.Era tão moço!
Ah certamente não poderia ser!

Levantou-se. E eis que viu antes do almoço
Nas mãos dos açogueiros a escorrer
Fita rubra de sangue muito grosso
A carne que ele havia de comer

E no inferno da visão alucinada
Viu montanhas de sangue enchendo estradas
Viu vísceras vermelhas pelo chão

E amou com um berro bárbaro de gozo
O monocromatismo monstruoso
Daquela universal vermelhidão.

( Augusto dos Anjos )





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A LEBRE & O VIADANTE
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CERTA VEZ EM UMA FLORESTA APARECE UM VIAJANTE FERIDO E MUITO SOFRIDO ,
ELE ESTAVA PERCEPTIVELMENTE ABALADO E COM UM SUSPIRO DESMAIOU DE FOME VENDO ISSO OS ANIMAIS PARARAM E RESOLVERAM AJUDAR O POBRE VIAJANTE

A RAPOSA ,HÁBIL CORREU ENTRE AS VIDES E ÁRVORES TROUXE-LHE UVAS E FRUTAS ; O URSO ,GRANDE E PODEROSO , PESCOU E TROXE-LHE PEIXES ,E A LEBRE ,O MENOR E ÚNICO QUE NÃO TINHA GRANDES PODERES QUERENDO AJUDAR O VIAJANTE SE LANÇOU NO FOGO ,OFERECENDO SEU PRÓPIO CORPO AS CHAMAS , MORRENDO EM SACRIFÍCIO PARA SACIAR A FOME DO VIAJANTE .
ESSA FOI A FORMA COM QUE A TODOS AJUDARAM O VIAJANTE : A RAPOSA COM SUAS UVAS , O URSO COM A SUA PESCA E A LEBRE COM SUA PRÓPIA VIDA .......






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MENDIGOS



Mendigos! Ah! São mendigos Mendigos de plaga nova,
Que voltam de vãos caminhos, De novas terras e mares,
Que atravessam perigos, Divinizados na cova
Urzes, pântanos e espinhos. Como as hóstias nos altares.

Que chegam desiludidos Mendigos de grande esmola
Das portas a que bateram: Da luz das estrelas nobres,
Humanos, grandes gemidos Que fulge e dos altos rola,
Que nos tempos se perderam. Entre as suas mãos tão pobres!

Que voltam como partiram, Mendigos de céus remotos,
Com mais amargor na volta De sóis dos mais velhos ouros
E mais sonhos que se abriram Com sua fé e seus votos
Nas estrelas da recolta.
E seus secretos tesouros.

Mendigos ricos no entanto. Mendigos de olhar severo,
Das pombas da natureza Boca murcha, meio amarga,
E das auréolas do Encanto, Tendo um vago revérbero
Os vinhos da sua mesa. De sonhos na fronte larga.

Mendigos que o sol, apenas, Mendigos de ínvias florestas
Torna nababos felizes, E de bosques fabulosos,
Torna um pouco mais serenas De melancólicas sestas
As convulsas cicatrizes. Nos crepúsculos brumosos

Mendigos que acham requinte Mendigos da Eternidade
Na fumaça de um cachimbo, Tremendo dos sóis, dos frios,
Deixando que labirinte Nas mortalhas da saudade
O sonho em tão leve nimbo. Amortalhados sombrios

Mendigos da luz da Aurora Mendigos dos Infinitos
Cantando celestemente
Das esferas inefáveis,
Fresca, límpida, sonora Notambulando malditos
Pelas fanfarras do Oriente
Nos rumos imponderáveis.

Mendigos de áureas estradas Mendigos de fome e de sede
De sonâmbulas veredas,
De água e pão dos outros mundos
De riquezas encantadas,
Embalados pela rede
Sem pedrarias e sedas
Dos idealismos profundos.

Mendigos de estranho aspecto
Mendigos de azul mistério,
E sempterna vigília,
Cuja alma - nívea sereia
Filhos nômades, sem teto,
Fica saciada no aéreo
Da milenária família.
Pão branco da lua cheia

Mendigos que erram eternos
Sem fadigas e sem sono
Sob o augúrio dos Infernos
Das ilusões sobre o trono.

( CRUZ E SOUZA )







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pedir perdão

Eu conheci um garoto de poucos anos chamdo Ye-Tang que entrou para o templo shaw-lin , quando ele completou nove anos ele ganhou um novo mestre , e toda vez que ele errava ele chegava ao mestre e mestre não aplicava nenhum castigo ,só esigia que ele pedisse perdão !
certa vez o jovem estava na biblioteca do templo olhando certos manuscritos e esbarrou na lâmpada que estava próxima e o fogo da lâmpada se alastrou por quase todo o templo de shaw-lin !
Ye-Tang fugiu e coreu o mais rápido possível mas então ele se lembrou do mestre e retornou para pedir perdão mas.. então lhe disseram que ele não poderia pedir mais perdão pois o mestre havia entrado às chamas para procurá-lo e havia morrido entre as chamas procurando por ele ...


DESDE ENTÃO YE-TANG NUNCA MAIS PEDIU PERDÃO ...







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TANGO DEL VIUVO


Oh maligna , ya habrás hallado la carta , ya habras llorado de fúria , y habrás insultado el recuerdo de mi madre llamnadola perra podrida y madre de perros , ya habrás bebido sola , solitaria ,el té del atardecer mirando mis viejos zapatos vacios para siempre y ya no poderás recordar mis enfermidades , mis sueños mis comidas , sin maldecirme en voz alta como si estuviera alí aún quejándome del trópico , de los coolies corringhis , de las venenosas fiebres que me hicieram tanto daño y de los espantosos ingleses que odio todavia .



Maligna , la verdade qué noche tan grande , que tierra tan sóla!
He llegado otra vez a los dormitórios solitários ,
a almozar en los restaurantes comida frie , y otra vez tiro al suelo los pantalones
y las camisas no hay perchas en mi habitación , ni retratos de nadie en las paredes .

cuánta sombra de la que hay en mi alma daría por recobrarte , y qué amenazadores me parecen los nombres de los meses , y las palabra invierno qué sonido de tambor lúgubre tiene .

Enterrado junto ao cocotero halláras más tarde el cucchillo que escondí allí por temor de que me mataras , acostumbrado al peso de tu mano y al brillo de tu pie :


Bajo la humedad de la tierra , entre las sordas raíces , de los lenguajes humanos el pobre sólo sabria tu nombre , y las espesa tierra no comprende tun nombre hecho de impenetrables substancias divinas .

Así como me aflige pensar en el claro dia de tu piernas recostadas como detenidas y duras aguas solares , y la golondrina que durmiendo y volando vive en tus ojos , y el pero de furia que asilas en el corazón , así tambiém veo las muertes que están entre nosotros desde
Ahora,
Y respiro en el aire la ceniza y lo detruido ,el largo espacio que me rodea para siempre .

Daria este viento del mar gigante por tu brusca respiración oída en largas noches sin mezcla de olvido , uniendose a la atmósfera como el látigo a la piel de caballo.
Y por oírte orinar , enla escuridad ,en el fondo de la casa ,como viertiendo una miel delgada , trémula ,argentina , obstina , cuánta veces entregaría este coro de sombras que poseo , yel ruido de espadas inutiles que se oye en mi alma , la paloma de sangre que está solitária en mi frente llamando cosas desaparecidas seres desaparecidos , substancias extrañamente inseparables y perdidas .